Gravidez psicológica ou Pseudociese: entenda o problema

2 min


gravidez psicológica

Causas da gravidez psicológica

As causas da gravidez psicológica ainda não são exatamente conhecidas. Fatores psicológicos podem levar o corpo a pensar estar grávido.

O desejo intenso de engravidar, infertilidade, abortos simultâneos, desejos de ter uma família, entre muitas outras questões emocionais podem desencadear o problema.

O cérebro interpreta os sinais emocionais e desencadeia uma liberação de hormônios (como o estrogênio e a prolactina) que levam aos sintomas da gravidez.

>> Ovulação: sintomas, como calcular e como acontece

Alguns pesquisadores sugeriram que a pobreza, falta de educação, abuso sexual na infância ou problemas de relacionamento podem ter um papel no desencadeamento da gravidez psicológica.

Sintomas de gravidez psicológica

  • Interrupção do período menstrual
  • Barriga inchada
  • Seios aumentados e sensíveis, alterações nos mamilos e possivelmente produção de leite.
  • Sensação de movimentos fetais
  • Nausea e vomito
  • Ganho de peso

Os sintomas podem durar desde algumas semanas ou até mesmo meses e anos. Poucos sentirão os sintomas das dores do parto.

>> Sintomas de Gravidez: os 10 sintomas mais comuns

Como saber se a gravidez é psicológica?

Uma ultrassonografia, bem como exames de urina e sangue comprovam a falta da presença de um bebê sendo gestado.

Apesar dos sintomas, não haverá feto. Por isso, o problema será percebido de imediato.

Certas condições médicas podem imitar os sintomas da gravidez, incluindo gravidez ectópica, obesidade mórbida e câncer.

Como tratar uma gravidez psicológica?

Pode ser muito perturbador e triste perceber que não esta grávida quando se acredita estar. A notícia precisa ser dada de forma gentil e acolhedora. É preciso fornecer apoio psicológico e terapia para que o paciente consiga se recuperar.

>> Abraçoterapia: a terapia do abraço e seu valor emocional

É importante salientar que acreditar estar grávida é totalmente diferente de fingir estar grávida. A grande e mais importante diferença a se considerar é que a gravidez psicológica trata-se de um problema de saúde. Portanto, não podemos confundir as duas coisas.

Referências:
Ibekwe, P.C. Indian Journal of Psychiatry, 2008.
Basil, B. Psychosomatics, 2006.
Shutty, M.S. Psychosomatic Medicine, 1993.
Gabbe S.G., Niebyl, J.R., Simpson, J.L., eds. Obstetrics: Normal and Problem Pregnancies, fifth ed., Philadelphia, Churchill Livingstone Elsevier; 2007.
Datta, S., ed., Anesthetic and Obstetric Management of High-Risk Pregnancy, third ed., New York, Springer, 2004.

 


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