Amor de mãe: o maior e mais visceral de todos os sentimentos

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Amor de mãe

De todos os sentimentos o maior sem sombra de dúvidas, é o amor de todos os amores, o que não cabe no peito, o amor de mãe em toda sua plenitude.

Vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico, exigente e materialista. Com o passar dos anos valores se perdem, situações se invertem, sonhos se multiplicam, e as horas do dia parecem diminuir, não nos permitindo fazer tudo que gostaríamos.

Quantas vezes nos pegamos pensando e comparando o que estamos vivendo com a maneira em que era vivido antigamente e percebemos que muito mudou e isso se deve aos tais “progressos”.

Estes progressos que às vezes nos atrapalham, muitas vezes nos ajudam, nunca se teve tanta informação, tantos recursos, tantos especialistas e tanta modernidade. Hoje há maquinas de fazer tudo, botões que abrem e fecham o que se imaginar, pessoas sendo substituídas por robôs, relações de contato sendo substituídas por bate papo em meios eletrônicos….mas de tudo isso uma coisa não mudou, o sentimento.

Quando falamos em sentimento, podemos citar vários, mas de todos eles o maior sem sombra de dúvida, é o amor, e de todos os amores, o que não cabe no peito é o da mãe para o filho e o do filho para mãe. O amor de mãe.

Não tinha como ser diferente, já que é um sentimento que advém de um milagre, um sentimento colhido com calma ao longo de meses, é um sentimento que cresce a cada evolução do ser em formação, um sentimento que não cabe no peito antes mesmo do filho não caber mais na barriga e se nos colocarmos na posição de filhos sabemos que é o mesmo sentimento que por uma vida toda nutrimos por nossa mãe.

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O sentimento da maternidade é tão intenso a ponto de fazermos tudo por um filho, quantas mães já pularam em rios, piscinas para salvar seu filho sem ao menos saberem nadar, quantas mães abandonaram maridos que sustentavam a casa para resguardar os filhos que estavam sendo abusados ou mal tratados, quantas mães encararam a maternidade sozinhas por terem sido abandonadas por seus companheiros, quantas largaram família, casa e trabalho para ir em busca da cura ou tratamento ao filho doente em outra cidade ou estado.

A mãe só come se o filho come, só dorme quando o filho dorme, só esta bem quando o filho está bem e quando ele adoece por incrível que pareça o desconforto do filho é duplicado em sensação na mãe .

A impressão é que, mesmo que o cordão umbilical tenha sido cortado, o filho ainda esta ligado, pois o sentimento é tão forte que é difícil explicar. Estamos aqui, com a cabeça lá aonde eles estão. E aqui vale a premissa que “ser mãe é ter o coração batendo fora do peito”.

Basta um olhar, um gesto, um movimento para entendermos tudo que se passa com eles, o que faz o amor crescer muito mais rápido do que eles crescem de tamanho, e isso é o que temos em troca da nossa dedicação intensiva e se chama cumplicidade.

Quando nos tornamos mães aprendemos, que se o nosso abraço conforta, o deles nos tira do chão, que se o nosso olhar passa segurança e afeto, o deles faz nosso coração explodir, se o nosso beijo cura, o deles faz o nosso dia ter valido a pena.

Sabemos que na vida para tudo é preciso motivação, desde levantar da cama até alcançar aquela meta no trabalho, mas depois dos filhos a motivação vem com eles, queremos fazer o melhor trabalho, sermos as melhores amigas, as melhores companheiras, as melhores mães, os melhores e maiores exemplos que eles possam ter.

A maternidade não é um conto de fadas, aonde tudo é lindo e maravilhoso… a maternidade é dura, ela nos cobra, nos ensina, nos culpa, nos dá lições…mas a cada dia que passa, as páginas vão sendo viradas e entre calabouços, lobos e batalhas existe sempre um super herói ou uma princesa, que renovam nossas esperanças de que vale a pena lutarmos por um mundo em que todos possam viver felizes para sempre.

Por isso, enquanto o mundo for mundo nada superará o amor, principalmente o amor de mãe.

Feliz dia àquela que com um substantivo de só três letras, consegue encher a casa e o mundo. Feliz dia à todas as mães: biológicas, adotivas, emprestadas, madrinhas, mães avós, mães bisavós, pois, certamente o maior presente de todos, nós já ganhamos de Deus quando nossos filhos nasceram e nos fizeram amadurecer e entender a dimensão do que sentimos por eles e pela nossa mãe.

Ao meu filho devo o título mais importante que carrego na vida que é o de ser “mãe” e a minha mãe a gratidão por tudo que sou e que ainda serei e que vem alicerçado nos valores e nos ensinamentos que obtive através dela. Desejo à todas, muitos olhares de carinho, abraços apertados, beijos lambuzados e corações acelerados de amor.


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