Proteção contra Coronavírus: bebês amamentados estão mais protegidos, diz pesquisa

Vários estudos já provaram que as defesas do leite materno protegem o bebê de doenças e a amamentação é um dos pilares de proteção e prevenção contra inúmeras doenças.1 min


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A proteção contra coronavírus é basicamente as mesmas contra gripes e resfriados.

E obviamente que, além da imunidade de cada um, os cuidados pessoais de higiene são uma prevenção ao contágio, porém, nem sempre isso é o bastante e nem sempre serve como única proteção contra coronavírus.

>> Coronavírus: Como Proteger as Crianças?

Sabemos que além de todos os benefícios do leite materno para a saúde do bebê e da mãe, garantir uma boa imunidade para o bebê é um assunto bastante comentado e discutido, comprovado por muitas pesquisas ao longo dos anos.

Em tempos de novas doenças como o Coronavírus, novos estudos e pesquisas são necessários. Uma nova pesquisa sugere que bebês amamentado estão sujeitos a ter uma maior proteção contra o coronavírus.

Além disso, a pesquisa ainda traz uma peculiaridade: mulheres são mais resistentes ao coronavírus do que os homens.

Isto porque a resposta imunológica das mulheres contra os patógenos da doença são mais fortes e uma vantagem evolutiva de sobrevivência, já que os filhos, em teoria, passam mais tempo com suas mães.

Links de referência:

Coronavírus e Amamentação

Mães que amamentam podem e devem continuar amamentando seus bebês. Isto porque o corpo materno produzirá anticorpos para se defender e estes mesmos anticorpos da mãe irão para o leite materno, protegendo o bebê.

A lógica é a mesma para uma gripe ou resfriado: a amamentação é mais vantajosa sendo mantida para o bebê por causa da proteção do que o risco de contaminá-lo.

Vários estudos já provaram que as defesas do leite materno protegem o bebê de doenças e a amamentação é um dos pilares de proteção e prevenção contra inúmeras doenças.

Transmissão de COVID-19 (coronavírus) através do leite materno

Segundo o CDC, “a disseminação ocorre principalmente por gotículas respiratórias produzidas quando uma pessoa infectada tosse ou espirra, semelhante à forma como a influenza (gripe) e outros patógenos respiratórios se espalham. Em estudos limitados sobre mulheres com COVID-19 e outra infecção por coronavírus, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS-CoV), o vírus não foi detectado no leite materno.”

Referências:
>> Guia do CDC de orientação para mães que amamentam e coronavírus <<


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