3 mudanças que ocorrem no corpo da mãe de meninos

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3 mudanças que ocorrem no corpo da mãe de meninos

Veja agora as 3 mudanças que ocorrem no corpo da mãe de meninos desde a gestação para o resto da vida.

Existem 3 mudanças que ocorrem no corpo da mãe de meninos. Descubra e entenda cada uma delas.

1. O cérebro da mãe de meninos muda

Em uma pesquisa da revista científica Plos One, analisando o cérebro de 32 mulheres que faleceram entre os 32 e 101 anos, eles descobriram que dois terços destas mulheres apresentaram DNA masculino no cérebro.

A conclusão é de que mulheres que foram mães de meninos ficaram com traços do DNA masculino durante toda a vida em seus cérebros. Como é impossível quantificar DNA feminino no cérebro de mulheres e o que mudou depois de suas gestações de meninas, pode ser que isto também aconteça com as mães de meninas. A diferença é que elas continuam com os traços femininos, já nós, mães de meninos, ganhamos também traços de DNA masculino.

A presença de células fetais no corpo de uma mãe pode permitir que seu sistema imunológico reconheça as células de seu filho, impedindo que pareçam corpos estranhos que precisam ser atacados, diz Edward Scott, do Departamento de Genética Molecular e Microbiologia da Universidade da Flórida Em Gainesville.

Isso pode um dia tornar possível para uma mãe e filho receberem transplantes um do outro sem a necessidade de drogas imunossupressoras, embora ele acredita que o número de células estrangeiras podem precisar ser artificialmente impulsionados para fazer com que isto aconteça.

De qualquer forma, o cérebro de todas as mães muda depois da gestação, independente do sexo do bebê, veja aqui: Cérebro de mães fica turbinado após nascimento dos filhos

2. O leite materno das mães de menino é diferente

Que o leite materno se adapta as necessidades do bebê e vai mudando de acordo com estas necessidades nós já sabemos. Que o leite materno é o melhor para o bebê, também. No entanto, uma pesquisa feita por uma bióloga de Harvard sugere que o leite materno de mães de meninos possui mais gorduras e proteínas para acompanhar suas necessidades nutricionais que, segundo a pesquisa, são diferente das meninas.

Em setembro de 2012, um estudo da Universidade Estadual do Michigan descobriu que entre 72 mães no Quênia rural, as mães com filhos geralmente produziam leite mais rico (2,8 por cento de gordura em comparação com 0,6 por cento para as filhas).

Um estudo feito na Universidade de Boston em 2010 quantificou a densidade de nutrientes e energia no leite materno de mães afluentes em Massachusetts. O estudo revelou que as mães de meninos produziram leite com um teor de energia 25% maior do que as mães de meninas.

Veja as mudanças do leite materno para meninos e meninas: Diferenças no leite materno entre mães de meninos e meninas?

3. Maior número de radicais livres no corpo da mãe de meninos causando maior estresse

Pesquisadores fizeram um estudo com 56 gestantes saudáveis ​​no Hospital San Cecilio Clinic, em Granada – que deram à luz 27 meninos e 29 meninas. O sangue foi retirado das mães antes e depois do parto, e depois do bebê e do cordão umbilical – para analisar cada amostra quanto aos níveis de estresse oxidativo.

O estresse oxidativo é o resultado de o corpo não ter antioxidantes suficientes para combater os radicais livres nocivos. Os meninos levaram a uma maior resposta ao estresse da mãe, enquanto as meninas produziram níveis mais altos de antioxidantes.

Mães de meninos também tiveram níveis mais elevados de colesterol quando entraram em trabalho de parto. Segundo a pesquisa, filhos meninos criam mais componentes químicos no corpo da mãe, os radicais livres. Eles podem machucar células, causar inflamações e problemas de saúde.

Os cientistas acreditam que esta maior quantidade de radicais livres no organismo pode aumentar o risco das mães de meninos desenvolverem problemas como: depressão ou doença de Alzheimer.

O estudo foi publicado na revista Pediatric Research, onde pesquisadores escreveram: “Nossas descobertas abrem um campo novo e excitante de pesquisa centrado no sexo do recém-nascido como um fator de risco para várias alterações funcionais, com grande impacto no desenvolvimento de Patologias no futuro“.

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