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Queijo para bebês e crianças: você sabe quando pode oferecer?

Muitas mães me perguntam quais são os tipos de queijo para bebês e crianças que podem ser oferecidos após o primeiro ano de vida, já que antes disto, não é indicado oferecer leite de vaca e nem derivados para crianças.

Pensando nesta necessidade de informação, fui conversar com minha amiga Débora Almeida do Clubinho da Nutrição, para que ela nos diga como oferecer queijo para bebês e crianças de forma adequada e saudável.

Vejam o que a Débora nos disse sobre a oferta de queijo para bebês e crianças:

Por seu sabor agradável, sua riqueza em nutrientes fundamentais, tais como proteínas de alto valor biológico (aquelas que são bem absorvidas e com nutrientes essenciais para nosso organismo), vitaminas e cálcio, praticidade e versatilidade de uso, o queijo é um dos alimentos mais apreciados e consumidos pelas crianças.

Dos muitos tipos de queijos produzidos e comercializados, os preferidos pelo consumidor infantil são os tipos:

  • Mussarela,
  • Requeijão,
  • Queijo prato,
  • Minas frescal,
  • Minas padrão,
  • Fundido em porções,
  • Provolone,
  • Parmesão,
  • Ricota.

Queijos possuem cálcio, vitamina A, nutrientes fundamentais para crescimento de ossos saudáveis e que colaboram para formação de tecidos com a pele, cabelos, unhas. Colaboram também para ter músculos saudáveis.

Queijos para bebês e crianças:

 Indicados para maiores de 1 ano,
 Podem ser oferecidos diariamente,
 Tanto no café da manhã, como no lanche da tarde ou ceia antes de dormir em um sanduíche saudável para os maiorzinhos que já fazem um pequeno lanche antes de dormir.

Claro que a maioria dos bebês que mamam no peito, geralmente dão preferência para o peito em vez de qualquer outro tipo de leite ou derivados. E realmente, não é necessário oferecer outro tipo de leite para bebês que mamam no peito.

Veja sobre isto aqui: Tipos de leite para o bebê: Diferença e necessidades reais de uso

Os queijos para bebês e crianças (lembrando que se trata de bebês acima de 1 ano de idade), são um complemento a alimentação e podem oferecer a nós mães uma variedade maior na hora do lanche para nossos filhos.

É sempre bom relembrar que crianças que possuem alergia a proteína do leite de vaca não podem consumir nem leite de vaca e muito menos derivados que possuem leite ou soro de leite. Veja mais sobre isto aqui: Alergia à proteína do leite de vaca (APLV): o que é e será que meu filho tem?

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