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Nasce uma mãe e nascem as fórmulas mágicas da maternidade. Mas e o bebê?

De repente a mãe espera a gravidez inteira pelo seu maior amor. Ele nasce e opa, as coisas não são como nos filmes e desenhos da Disney. De repente a mãe esta com um bebê chorão em casa, que não quer saber do berço, só quer o colo. Cansa. Realmente. É exaustivo.

E de repente aquela mãe que durante toda a gravidez sonhou e se iludiu imaginando um bebê perfeito, que atende a todas as suas expectativas, tem um bebê real. Lindo, fofo, um amorzinho, mas de verdade. Ele é real e chora, quer colo, mamar o tempo inteiro, não dorme. É um estreante bem ativo no mundo. Explorador nato com um timbre de voz pronto para o aviso.

– Olá, nasci. Não quero ficar sozinho não, passei 40 semanas dentro de você, separar agora pra quê?

E de repente esta mãe que olhou a barriga tantos meses imaginando como poderia ser, procura desesperadamente por fórmulas prontas. Fórmulas mágicas da maternidade.

Fórmula para dormir uma noite inteira.
Fórmula para ficar no berço quietinho.
Fórmula para não chorar tanto.
Fórmula para isto e aquilo. Fórmulas, fórmulas, fórmulas. Receitas milagrosas.

Amiga, vem cá.

Elas não existem. Cuidado com as fórmulas supostamente mágicas, na maioria das vezes elas atendem as expectativas apenas de um lado em detrimento do outro. Na maioria das vezes elas não são o melhor para a dupla.

Porque agora é isto que vocês são: uma dupla mãe e bebê.

O ideal é que as coisas sejam boas para os dois. Os dois. Antes de pensar em fórmulas, decidir usá-las, se desesperar pelas soluções mágicas, se pergunte: e o bebê? Vai ser bom para o bebê?

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